Receber a carta do INSS com a palavra “Indeferido” é frustrante e desesperador. Você trabalhou a vida toda, contribuiu, ou está em um momento de extrema vulnerabilidade, e na hora que mais precisa, o sistema vira as costas para você.
Se você mora em São Paulo, especialmente nas regiões de São Miguel Paulista e Itaim Paulista, saiba que essa é uma realidade comum para milhares de pessoas todos os meses. Mas a boa notícia é: o “não” do INSS não é o fim da linha.
Com 13 anos de experiência na advocacia, percebi que a grande maioria das negativas não ocorre por falta de direito do cidadão, mas sim por falhas no processo.
Os 3 Erros que mais causam negativas no INSS
Erro 1: Documentação Médica Incompleta ou Desatualizada
Para benefícios como Auxílio-Doença, BPC/LOAS ou Aposentadoria por Invalidez, a perícia do INSS é rigorosa. Apresentar apenas “receitas de remédios” ou laudos antigos não é suficiente. É preciso ter relatórios médicos detalhados, atualizados e que atestem não apenas a doença, mas a incapacidade que ela gera.
Erro 2: Divergências no CNIS (Extrato Previdenciário)
O seu Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) é o coração da sua aposentadoria. Muitas vezes, empresas não repassam as contribuições ou há erros de digitação nas datas. Se o INSS olhar para um CNIS com erros, o seu tempo de contribuição não será contabilizado corretamente.
Erro 3: Tentar fazer tudo sozinho sem orientação
O sistema do “Meu INSS” parece simples e fácil no aplicativo, mas as leis previdenciárias mudam constantemente. Pedir o benefício sem analisar se é o momento certo ou se a documentação está perfeita é como ir a um julgamento sem defesa.
O que fazer após ter o benefício indeferido?
Muitas pessoas desistem ou tentam fazer um “Recurso Administrativo” sozinhas, que pode demorar anos para ser julgado e, frequentemente, resulta em um novo “não”.
A atitude mais inteligente e segura é buscar uma análise estratégica. Um advogado especialista em Direito Previdenciário irá avaliar o motivo exato da negativa, reunir as provas que faltaram e, se necessário, entrar com uma ação judicial para obrigar o INSS a pagar o seu benefício (muitas vezes, com direito a receber os valores atrasados desde a data do primeiro pedido).
Não deixe o seu direito prescrever e não aceite uma resposta injusta do INSS. Sua subsistência e da sua família são prioridades.
Se o seu benefício foi negado ou está em análise há meses sem resposta, não espere mais.
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Dr. Vando Laurindo
Advogado Especialista em Direito Previdenciário
Atendimento em São Miguel Paulista e Itaim Paulista.
